MARCA HISTÓRICA DO GOLEIRO MARCELINO CHEGA AOS 42 ANOS

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Recordista Marcelino com sua tradicional camisa preta defendendo o arco coral em 1973

Ele chegou para o Ferroviário em dezembro de 1969 e foi campeão cearense no ano seguinte. Porém, o maior feito do carioca Marcelino, goleiro coral durante boa parte dos anos 70, não foi exatamente aquele título estadual no início da década. Ele estava reservado para a temporada de 1973 e teve grande repercussão nacional. Ao atingir o recorde de 1.295 minutos sem sofrer gols naquele ano, Marcelino é detentor até hoje da quarta melhor marca no Brasil e oitava no mundo inteiro. Já são 42 anos de hegemonia no estado do Ceará, algo que provavelmente nunca mais será alcançado por outro goleiro em terras alencarinas.

O recorde de Marcelino começou a se estabelecer em fevereiro de 73 e durou até junho daquele ano. Na longa lista de jogos sem sofrer gols, enfrentou Ceará, Fortaleza, Icasa, Quixadá, Calouros do Ar, Maguari, Guarani de Juazeiro, Guarany de Sobral, Tiradentes e América em 15 jogos oficiais que marcaram sua vida para sempre. Todo mundo queria ser o algoz do goleiro coral e coube a Ibsen, ex-companheiro de Marcelino no próprio Ferroviário, a autoria da façanha jogando com a camisa do Maguari. O recorde colocou o Tubarão da Barra no noticiário nacional dos jornais e da televisão, merecendo até destaque na revista Placar, a principal publicação sobre futebol até os dias de hoje.

O recorde de Marcelino provavelmente seria esquecido não fossem as pesquisas do Almanaque do Ferrão. Ele está registrado na página 500 e a ficha técnica dos jogos de invencibilidade estão apresentados entre as páginas 180 e 182 da publicação impressa lançada em 2013. Nesse mesmo ano, a direção de marketing do Ferroviário promoveu o reencontro virtual de Marcelino com a torcida coral ao produzir um vídeo de 18 minutos com o recordista coral, que há anos encontrava-se recluso em seu apartamento no bairro do Papicu. Reveja esse material abaixo e saiba um pouco mais sobre Marcelino.

CONTEÚDO DO ALMANAQUE DO FERRÃO TAMBÉM ESTÁ NO FACEBOOK

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Há exatamente dois meses o Almanaque do Ferrão ganhou uma fanpage no Facebook, a rede social mais famosa do mundo. É mais um espaço interativo criado para disseminação do conteúdo desse blog e também da versão em livro lançada em 2013. Se você não sabia desse novo espaço virtual, basta clicar aqui e ´CURTIR` a nossa página, passando a receber as informações das atualizações do blog, conteúdo exclusivo e outras novidades em sua própria tela de noticias do Facebook. Aguardamos você.

RECORDE O PONTA ESQUERDA MARCO ANTÔNIO NO FERROVIÁRIO

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Ferrão em 1981: Marco Antônio é o último jogador agachado da esquerda para a direita

Um dos jogadores mais famosos do futebol brasileiro que já vestiram a camisa do Ferroviário foi o ponta esquerda Marco Antônio, também conhecido como Marco Antônio Visgo nos tempos que defendeu o Corinthians/SP. Ele chegou a Barra do Ceará no ano de 1980, fez sua estreia  no mês de junho, e permaneceu exatamente um ano no clube. Ao todo foram 55 partidas e 11 gols com a gloriosa camisa coral segundo o Almanaque do Ferrão. O ex-atleta coral teve uma morte trágica, em outubro de 94, assassinado. Nunca se soube quem o matou. Sabe-se apenas que Marco Antônio se envolveu com drogas após sua aposentadoria nos gramados e, desde então, passou a viver uma vida não muito regrada abatido pelo ócio cotidiano. Chegou a ser enterrado como indigente e, posteriormente, reconhecido dignamente com a ajuda de amigos, entre eles, o ex-lateral Zé Maria, do Corinthians e da Seleção Brasileira.

47267O grande momento da carreira do ex-ponta coral foi no Corinthians/SP. Segundo o Almanaque do Timão, do jornalista Celso Unzelte, Marco Antônio disputou 160 partidas com a camisa do clube paulista entre 1970 e 1976. Jogou também no São Bento/SP, Londrina/PR e no Atlético/GO. No Ferrão, Marco Antônio esteve na grande maioria das vezes como titular no tempo que defendeu o clube. Na foto acima, num clássico contra o Ceará em maio de 81, ele aparece perfilado no time coral que tinha o uruguaio Juan Álvarez como técnico e que formou com Procópio, Jorge Henrique, Lúcio Sabiá, Paulo César Piauí, Roner e Baltazar; Jangada, Ednardo, Roberto Cearense, Meinha e ele próprio.

TORNEIO CIRO GOMES: EMPATE HISTÓRICO E CONQUISTA NOS PÊNALTIS

Ferroviário e Ceará fizeram há exatos 26 anos um dos jogos mais emocionantes entre todos os seus confrontos. Era a final do Torneio Ciro Gomes, competição organizada pelos clubes que se encontravam em litígio político com o comando da Federação Cearense de Futebol. O alvinegro vencia por 1×0 até os 43 minutos do 2° tempo e sua torcida já comemorava o título. O Ferrão empatou com o zagueiro Arimateia, após um passe do meia Zé Carlos Paranaense e um toquinho de cabeça do atacante Mardônio, levando a decisão para os pênaltis. Uma bola na trave e uma defesa do goleiro Albertino, recentemente falecido, selaram a conquista coral por 4×2. Vitória dos comandados de Erandy Pereira Montenegro. O Almanaque do Ferrão resgata agora as imagens daquele domingo, dia 5 de março de 89. Confira o gol de empate, a decisão nos penais, a invasão e violência provocada pela torcida derrotada, a opinião do então prefeito Ciro Gomes, uma entrevista com o ponta esquerda Paulinho, eleito o melhor em campo, e os comentários de Sérgio Pinheiro da TV Verdes Mares.

LATERAL DIREITO LIONN CONSOLIDA CARREIRA NO FUTEBOL EUROPEU

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Ex-lateral direito do Ferroviário foi campeão nacional em 2012 no futebol da Romênia

Ele fez apenas 7 partidas com a camisa do time profissional do Ferroviário. O ex-lateral direito Lionn, que hoje atua no futebol português, estreou oficialmente no Tubarão da Barra num clássico contra o Ceará, no PV, entrando no segundo tempo. A estrela daquele jovem de 18 anos brilhou e ele marcou o único gol coral naquela tarde. Era o dia 4/2/2007 e o alvinegro venceu apertado por 2×1, mesmo com uma atuação fria e apática dos comandados do treinador José Dultra. Estava só começando a trajetória de sucesso de Lionn.

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Lionn no clássico das cores no Cearense de 2007

Quatro meses depois, o lateral Lionn seguiu com a delegação coral para o Caribe, onde o Ferrão disputou a Polar UTS Cup. Na estreia, o jogador marcou o primeiro gol na vitória de 2×0 frente o Barber de Curaçau. Sua boa atuação foi o suficiente para atrair o interesse de empresários que assistiam a competição. Logo depois, uma parceria dos dirigentes do Ferroviário com o Torreense, equipe integrante das divisões de acesso do campeonato português, fez Lionn seguir para a Europa juntamente com outros jogadores corais envolvidos na negociação. O lateral coral aprovou e por lá ficou.

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Lionn em Portugal com a camisa do Rio Ave

Já são 8 anos de futebol europeu. Lionn chegou a disputar a Champions League pelo Vitória de Guimarães, seu clube na primeira divisão portuguesa depois que saiu do Torreense. Chegou a defender também a camisa do Olhanense na temporada 2009/2010. Dois anos depois, foi campeão romeno pelo Cluj, o que o credenciou para retornar para Portugal, dessa vez para atuar no tradicional Rio Ave, onde permanece até hoje.

FERRÃO USOU CAMISA DOURADA PELA PRIMEIRA VEZ NA HISTÓRIA

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Ferroviário utilizou pela primeira vez na história uma camisa diferente das cores tradicionais

Depois de sete anos, o Ferroviário inovou no padrão de seu uniforme de jogo. Ontem, por ocasião da estreia coral na Série B do campeonato cearense, o Tubarão da Barra entrou em campo com uma camisa dourada. A última vez que algo semelhante ocorreu foi em janeiro de 2008, quando o comando da época lançou o terceiro uniforme na cor preta, padrão utilizado até o ano de 2010 e, posteriormente, resgatado na temporada de 2013.

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Ontem no Instagram

O novo modelo coral causou opiniões controversas logo que foi anunciado momentos antes do jogo através de uma rede social. É certo que boa parte das críticas vieram apenas após a derrota na estreia para o Tiradentes, fruto da paixão que invariavelmente cerca a opinião dos torcedores. Curiosamente, antes do resultado negativo, as opiniões nas redes sociais mostravam ampla supremacia em favor da aceitação do novo modelo. Houve quem reclamasse dos cinco patrocinadores estampados na nova camisa, como se fosse possível algum time no mundo sobreviver sem esse tipo de captação de investimento publicitário. Diz o ditado que quem muito ouve no futebol, nada faz. Filtrar as críticas construtivas é sempre a melhor alternativa.

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Camisa preta era a grande novidade de 2008

Assim como o padrão dourado, o modelo preto em 2008 também gerou críticas, posteriormente suplantadas com a beleza estética do time em campo, principalmente nos jogos noturnos. No futebol moderno, o terceiro padrão de camisas permite a busca pela inovação e, quase sempre, haverá barreiras de aceitação. Foi assim em todas as equipes que adotaram essa estratégia. No caso específico do Ferrão, a polêmica da ´nova camisa` é apenas mais uma prova que o clube possui dificuldades históricas em conciliar o velho e o novo, o tradicional e o moderno, e por consequência o certo e o errado, uma questão de maturidade que o futebol exige como prerrogativa para o progresso. Aprovadas ou reprovadas, as camisas douradas entraram ontem para a história. E como bem disse João Ubaldo Ribeiro, o segredo da verdade é o seguinte: não existem fatos, só existem histórias.

CINCO PARTIDAS PELO FERRÃO E A SORTE DE IR BATER NA BULGÁRIA

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Na foto: Dionantan, Cícero César, Clemílson, Felipe Espada, Diogo e Rafael; Eliélton, Victor Cearense, Cristiano, Júnior Cearense e Alberto.

Quando Dionantan, Alberto, Cícero César, Rafael e Victor Cearense; Clemílson, Eliélton, Júnior Cearense e Diogo Oliveira; Cristiano e Felipe Espada entraram em campo no primeiro amistoso preparatório para a Série D de 2009, o atacante Juninho Quixadá estava no banco. O jogo foi contra o time B do Fortaleza e o time coral perdeu por 3×2. Foi no dia 24/6/2009 na cidade de Horizonte. Juninho só entrou no segundo tempo no posto de Cristiano. Daquele grupo, ele foi o que chegou mais longe no futebol até o momento. Recentemente, o atleta disputou partidas pela Champions League, a competição mais importante do cenário futebolístico mundial e, na semana passada, marcou o gol da classificação do Ludogorets Razgrad contra o Beroe pela Copa da Bulgária.

Apesar da campanha irregular do Ferrão no Brasileiro de 2009, Juninho Quixadá se destacou. Foi apenas um gol em 5 partidas pelo time coral, mas o suficiente para valer uma negociação com o Bragantino/SP, onde ganhou a chance de seguir para a Europa oriental dois anos depois de uma forma no mínimo inusitada. O jogador envolvido na negociação do time paulista era o também ex-coral Léo Jaime, que acertara tudo para jogar na Bulgária. Quando perceberam o biotipo franzino do atacante, os empresários búlgaros desistiram de Léo Jaime e pediram outro jogador em seu lugar. Os empresários brasileiros ligados ao Bragantino sugeriram Juninho Quixadá e, desde então, ele lá está. Tirou a sorte grande. São coisas do futebol. Abaixo, um vídeo do jogador na época que ele atazanava a defesa coral jogando pelo Quixadá e depois, alguns momentos dele com a camisa coral contra o Treze/PB e Sergipe/SE pela Série C daquela temporada.

CLICK HISTÓRICO PARA LEMBRAR OS CLÁSSICOS DE 1977 CONTRA O CEARÁ

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Amigos e rivais ao mesmo tempo 

Muita gente sente falta do clássico Ceará x Ferroviário sendo disputado em sua plenitude. Os dois protagonizaram jogos memoráveis desde o final dos anos 1930. Os torcedores mais veteranos apontam a segunda metade da década de 1970 como a fase áurea dos clássicos locais após o advento do Castelão. O Almanaque do Ferrão resgata hoje uma foto histórica para ilustrar os confrontos do ano de 1977. Foram 6 jogos entre ambos pelo campeonato estadual, sendo 1 empate (0x0), 2 vitórias corais (3×1 e 3×2) e 3 vitórias alvinegras (0x1, 1×4 e 0x1). Oliveira Piauí (3x), Vanderley (2x), Dodô (contra) e Alzir fizeram os gols do Ferrão. Serginho Amizade (2x), Ferreti (4x), Da Costa (2x) e Felipe assinalaram os tentos pelo lado do Ceará. Na foto, o atacante Paulo César Feio e o zagueiro Arimatéia com a bela camisa coral daquela temporada e Serginho Amizade pelo Ceará. A última vez que os dois times se enfrentaram pelo estadual foi em abril de 2013.

10 MOTIVOS QUE LEVARAM O FERRÃO AO REBAIXAMENTO

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Há exatamente 1 ano, o Ferroviário era rebaixado pela primeira vez em sua história para a 2ª divisão do futebol cearense, a exemplo do que já ocorrera em nível estadual com os tradicionais Vila Nova/GO, Atlético/GO, Paraná/PR, Maranhão/MA, Moto Clube/MA, Guarani/SP, América/RJ, Rio Negro/AM, Tuna Luso/PA, Flamengo/PI, CSA/AL, Fluminense/BA, Brasil/RS e América/MG. Os motivos da queda são sempre os mais diversos, porém em todos os citados possuem questões técnicas de campo, financeiras e políticas. O Almanaque do Ferrão enumera abaixo 10 fatores que levaram o time coral ao fracasso no ano passado, desejando que a partir da próxima semana, quando iniciam as disputas da Série B cearense, o clube possa retomar a sua trajetória de credibilidade.

01. Pré-temporada mal conduzida por comissão técnica inexperiente, que pecou na ausência de metodologia de treinos, indicação de reforços e realização de apenas dois amistosos preparatórios, cinco a menos em comparação à temporada anterior.

02. Voto de minerva por uma fórmula inapropriada e curta de campeonato, que durou apenas 49 dias para o Ferroviário com 3 a 4 jogos por semana do início ao fim, sem chances de recuperação ou realização de turno da morte.

03. Abandono das premissas da gestão financeira de futebol em relação ao ano anterior com a chegada de jogadores de nível igual ou inferior aos que já estavam no elenco, contratados com salários maiores e ainda assim não foram titulares.

04. Hostilidade de trabalho com a chegada de novo treinador ainda na segunda semana do campeonato, com perda de critérios de justiça, inobservância à individualidade dos atletas disponíveis e obsoletismo das práticas de treinamento e liderança de grupo.

05. Contratação de vários reforços durante a competição vindos de longos períodos de inatividade e que desciam do avião para entrar na equipe sem o tempo de preparação física adequado, além de inflacionar e estourar o orçamento salarial.

06. Falta de comprometimento da maioria dos principais reforços, refletido em casos de indisciplina, inclusive na noite anterior à viagem decisiva para Quixadá com 3 jogadores chegando embriagados na sede do clube horas antes do embarque.

07. Inabilidade em questões que minavam o grupo como atletas pagos em dia e atletas em atraso, listas de dispensa feitas no calor das derrotas e reviravoltas nas decisões, com destaque para caso de atleta dispensado às 9h e readmitido às 14h.

08. Crise política a partir da ruptura abrupta do modelo de gestão profissional de futebol em vigência até 2013, ocasionando insatisfações internas, desconfiança de investidores, surgimento de alas e extinção de outrora bom ambiente de trabalho.

09. Interferências pessoais na escalação de alguns jogadores em detrimento de atletas com contratos longos que iniciaram a competição como titulares e passaram a ficar em segundo plano por determinações externas à gestão do clube.

10. Ausência de comando em nível técnico e administrativo com lacunas de autoridade, falência política, amadorismo e instituição de boataria gratuita com ondas de denuncismo e demais mazelas inerentes ao ambiente por vezes imundo do futebol.

EX-TÉCNICO DO FERROVIÁRIO É LÍDER NO CAMPEONATO GAÚCHO

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Gilson Maciel comanda hoje o São José, atual líder do campeonato gaúcho de futebol

Uma campanha irretocável até o momento. É assim a participação do São José, um dos times mais tradicionais de Porto Alegre, na atual disputa do Gauchão 2015. O time é treinado pelo competente Gilson Maciel, que dirigiu o Ferroviário em 35 partidas entre julho de 2012 e março de 2013. Ontem, o time do ´Zequinha`, como é carinhosamente chamado no sul, venceu o Brasil de Pelotas, que há um ano não perdia em seus próprios domínios, e assumiu a ponta da tabela. Há poucos dias, em pleno Beira Rio, Gilson Maciel e seus comandados fizeram calar a torcida do Internacional após um eletrizante 4×4. Trata-se de um profissional diferenciado em relação ao meio, tão cheio de ´boleiros` e adeptos de práticas invariavelmente amadoras.

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Gilson Maciel como treinador do Ferrão

Gilson chegou para o Ferrão com uma boa vivência no futebol. Foi artilheiro da Copa do Brasil de 1993 pelo Grêmio, ídolo no Brasil de Pelotas, atuou também no futebol mexicano e já havia realizado boas campanhas como auxiliar técnico em diferentes equipes trabalhando ao lado de Sérgio Ramirez, ex-lateral do próprio Ferroviário entre 1980 e 1981. No período que permaneceu na Barra do Ceará, Gilson Maciel conquistou o respeito de todos pela sua postura séria e profissional, indo além de suas obrigações como técnico, adquirindo inclusive algumas vezes equipamentos de trabalho para a comissão técnica que foram doados ao clube após sua saída. Sob o seu comando, o Ferroviário, com uma média de idade de 21 anos, por muito pouco não conquistou uma vaga para a Copa do Brasil de 2014. Trabalhando há quase 9 meses no São José, o ex-técnico coral espera agora galgar merecido espaço no contexto nacional.