LIVE NA ÍNTEGRA DIRETAMENTE DO INSTAGRAM COM ACÁSSIO

Você confere acima mais uma Live do Almanaque do Ferrão realizada no Instagram, dessa vez com o ex-jogador Acássio, bicampeão estadual com a camisa do Ferroviário nas temporadas de 1994 e 1995. Recheada de emoção, o eterno craque coral compartilhou hoje as memórias daquelas conquistas, falando sobre os principais jogos, os momentos mais importantes, seus gols e também sobre sua passagem em outras equipes do futebol brasileiro. Mais um bate-papo para a posteridade da memória coral com aquele que foi o maior craque do futebol cearense na década de 1990. Aos domingos, às 21h30, no Instagram, a nossa Live recebe sempre um jogador do passado para resgatar resenhas e boas lembranças da trajetória coral em cada época. Não deixe de conferir, pois serão apenas dez episódios por temporada. Aproveite!

CRAQUE ACÁSSIO É O NOME DA VEZ EM MAIS UMA LIVE NO INSTAGRAM

Acássio é o nome da vez na Live do domingo

No próximo domingo, dia 5 de julho, no já tradicional horário das 21h30, a Live do Almanaque do Ferrão no Instagram vai receber o craque da geração bicampeã cearense em 1994 e 1995. O nome da vez em nosso bate papo semanal é o baiano Acássio, que vai participar diretamente da cidade de Feira de Santana. Entre 1993 e 1998, ele realizou 132 jogos com a camisa coral e marcou 74 gols. No ano passado, Acássio foi considerado legendário em campanha promocional do Ferrão, por ser o jogador até hoje na história, que mais gols marcou com a camisa coral em clássicos estaduais. Com a bagagem de ter jogado a Serie A nacional duas vezes, uma pelo Sport/PE e outra pelo Vasco/RJ, sempre emprestado pelo Ferroviário, Acássio vai compartilhar suas experiências na carreira e, claro, recordar seus grandes momentos vividos no Tubarão da Barra, onde conquistou dois títulos de forma incontestável. Abaixo, evidenciamos o quadro `Acervo Coral`, produzido pelo setor de comunicação do próprio Ferroviário há cerca de dois meses, quando Acássio deixou um recado pra galera coral em meio a uma breve coletânea de gols inesquecíveis pelo Ferrão, um autêntico colírio para os nossos olhos corais. Portanto, domingo é ao vivo! Não perca mais uma Live no Instagram.

ENTREVISTAS RARAS DENTRO DE CAMPO COM O ABC CORAL DE 1994

Recuperamos o vídeo acima para a posteridade. Trata-se da cobertura da TVC, afiliada da TV Cultura em Fortaleza, mostrando os momentos finais do jogo decisivo contra o Ceará no Castelão em 1994. A narração é de Luciano Vieira de Moraes, que por sinal era irmão do treinador campeão César Moraes. É possível ouvir também na transmissão a voz do comentarista Lima Júnior. Após o apito final do árbitro Dacildo Mourão, a matéria apresenta entrevistas até então desconhecidas da torcida coral, contemplando cinco jogadores ainda dentro de campo: o goleiro Roberval, o craque Acássio, o volante Lima e os atacantes Batistinha e Cícero Ramalho. Na ocasião, o famoso ABC Coral, termo criado em referência às iniciais de Acássio, Batistinha e Cícero Ramalho, terminou justamente apontando os três jogadores que mais fizeram gols na competição, na qual o somatório de tentos assinalados pelo trio registrava mais gols que o elenco inteiro do vice-campeão Ceará. Batistinha foi o principal artilheiro do certame com 21 gols, Acássio com 18 gols foi o segundo maior goleador e Cícero Ramalho com 14 gols, o terceiro, totalizando 53 gols para o ABC Coral, que ficou responsável por 67% da artilharia coral no certame. Ao todo, o Tubarão da Barra marcou 79 tentos no campeonato cearense de 1994. Vale o destaque também para a apresentadora do Jornal da TVC, Ana Villa Real, que parabenizou o Ferrão pelo título.

DEFESA MILAGROSA DE CLEMER E GOL DE PÊNALTI NO ÚLTIMO MINUTO

O vídeo acima é um primor. Mostra o apronto coral para enfrentar o Ceará no campeonato cearense de 1993 sob o comando de Lula Pereira e, depois, os melhores momentos da vitória do Ferrão por 1×0, gol de Basílio, cobrando pênalti no último minuto da partida. Nunca é demais lembrar que, meses antes, o adversário bateu o time coral por 9×1 e o Tubarão da Barra teve que ser totalmente reconstruído dentro da competição com a chegada de Clóvis Dias como novo presidente. Destaque para uma defesa milagrosa do goleiro Clemer após arremate forte de Sérgio Alves, lance em que a torcida do Ceará gritou gol na hora do chute e foi obrigada a ver a bola nas mãos do arqueiro coral. Depois, o craque Acássio fez boa jogada pelo lado direito e sofreu o pênalti marcado pelo árbitro Dacildo Mourão. Basílio, ex-jogador do próprio Ceará, cobrou e fez o gol da vitória coral. Naquele domingo, o Ferrão jogou com Clemer, Itamar, Róbson, Batista e Branco; Reginaldo Souza (Paulo Adriano), Ronaldo Salviano, Acássio e Basílio; Batistinha e Márcio (Lima). O alvinegro, do falecido técnico Mário Juliato, perdeu com Ferreira, Jaime, Vitor Hugo, Biluca e Júnior Guimarães; Aírton (Júnior Piripiri), Mastrillo e Osmar; Ney (Mirandinha), Ronaldo e Sérgio Alves. A vitória foi ainda mais valorizada porque o Ferroviário estava com apenas dez jogadores após a expulsão do lateral Branco. Sete dos jogadores em campo nesse jogo estiveram no elenco histórico do bicampeonato estadual 1994/1995: Batista, Branco, Paulo Adriano, Acássio, Basílio, Lima e Batistinha. O goleiro Clemer foi o que alçou vôos mais altos, defendendo Remo/PA, Goiás/GO, Portuguesa/SP, Flamengo/RJ e Internacional/RS na sequência de sua vitoriosa carreira. As imagens são da TV Verdes Mares com reportagem de Victor Hannover e narração de Ivan Bezerra.

O INESQUECÍVEL FERROVIÁRIO QUE DESBANCOU CEARÁ E FORTALEZA

A ´Máquina Coral` dos anos 1990 já foi motivo de algumas postagens aqui no blog. Como dizia o saudoso Antônio Estelita Aguirre, diretor de comunicação do Ferroviário naquele período: “Antes quando o jogo era contra o Ceará ou Fortaleza, a gente ia pro estádio com medo, hoje a gente vai com pena“. A frase emblemática reproduz bem a supremacia coral absoluta no futebol cearense entre 1994 e 1995. O vídeo acima é do canal Última Divisão e faz um ótimo apanhado estatístico daquela época. Aplausos para a pesquisa, riqueza de detalhes e de informações passadas por profissionais que observam um feito ocorrido já há quase um quarto de século e, mesmo à distância, são capazes de valorizar com detalhes algo que, na maioria das vezes, passa  diariamente despercebido para a própria imprensa cearense, tão afeita apenas aos “feitos” de Ceará e Fortaleza. O bicampeonato coral representou a última vez que um “intruso” resolveu quebrar a hegemonia da dupla local na galeria dos campeões estaduais. Vale, portanto, eternizar ainda mais aquele feito em cada um dos 13 minutos do vídeo acima.

HOMENAGEM CORAL AO MAIOR CRAQUE DO FERRÃO NOS ANOS 1990

Terceiro copo da coleção Legendários será vendido no jogo contra o Treze/PB na Arena Castelão

Que o ex-jogador Acássio teve uma passagem magistral pelo Ferroviário Atlético Clube na década de 1990, todo o futebol cearense sabe. O que ninguém sabia é motivo, agora, de reconhecimento por parte do clube e coloca o ex-craque na condição de ´Legendário` na série de copos colecionáveis lançados pela direção de marketing durante a atual temporada. O baiano bom de bola é simplesmente o ex-atleta coral que mais gols marcou na dupla Ceará e Fortaleza, contabilizados todos os clássicos estaduais da história. Foram 26 gols anotados na rede dos dois tradicionais rivais, superando a marca de grandes artilheiros e nomes históricos do Ferrão como Amilton Melo (7 gols), Pacoti (9 gols), Luizinho das Arábias (10 gols), Batistinha (9 gols), Macaco (21 gols), Fernando (22 gols), Zé de Melo (19 gols), Paulo César (12 gols), Jorge Veras (14 gols), Betinho (14 gols), Pipi (20 gols), entre outros. Ninguém fez mais gols que Acássio em clássicos estaduais vestindo a camisa coral, numa passagem que durou de 1993 a 1998, sendo 132 jogos e 74 gols marcados no total. Estamos falando simplesmente do maior craque do futebol cearense na década de 1990.

Imagem de divulgação do novo copo do Ferrão

Para fins de comparação, peguemos os dois maiores jogadores dos rivais, mais ou menos, no mesmo período: Sérgio Alves e Clodoaldo. Sérgio Alves foi cantado em prosa e verso como o “carrasco” do Fortaleza vestindo a camisa do Ceará. Ele marcou 30 gols em clássicos estaduais, sendo 22 contra o Leão e 8 contra o Ferrão. Já Clodoaldo, ídolo do Fortaleza, marcou 32 gols em clássicos, sendo 14 contra o Ferrão e 18 contra o Ceará. Dos 26 gols de Acássio em clássicos, 6 foram contra o Ceará e, simplesmente, 20 foram contra o Fortaleza. Acássio é igualmente carrasco do Fortaleza, segundo os números. Leve-se ainda em consideração que Acássio, entre os três, é o que tem menos jogos pelo seu clube, pois no período de cinco anos que esteve no Ferrão, sempre despertou o interesse de equipes de outros estados, acumulando saídas por empréstimo para o Sport de Recife, Vasco da Gama e até para o futebol da Tunísia. Sérgio Alves também teve destaque em outros times do futebol brasileiro onde foi ídolo, jogou na Europa e também no Ferrão, numa memorável equipe na temporada de 2006. Já o Fortaleza foi o único time brasileiro onde Clodoaldo obteve destaque, onde será tratado eternamente como ídolo. Vale lembrar que ele jogou no Ferrão no final da carreira.

Acássio dando entrevista no PV

Por fim, os números descobertos sobre a excelente performance do craque Acássio contra Ceará e Fortaleza o qualificam para a coleção ´Legendários` da primeira edição de copos colecionáveis do Ferrão na história. Todo mundo sabia que o meia atacante baiano teve uma passagem simplesmente genial, ele já até mereceu postagem aqui no blog, só não se sabia o peso dos números incontestáveis que o qualificam para estampar o terceiro número dos copos do Ferrão à venda, no próximo dia 10, contra o Treze/PB, em jogo válido pela Série C do campeonato brasileiro desse ano. Quer matar a saudade de Acássio e seus gols? Vale a pena reprisar o vídeo abaixo. É cada golaço que raramente se vê hoje no futebol brasileiro. Acássio foi craque e é legendário! Quem duvidar disso não entende nada de futebol.

O JOGO DO FERROVIÁRIO NAQUELE DOMINGO DE TRISTEZA NO BRASIL

Ayrton Senna faleceu exatamente no dia em que Ferroviário e Fortaleza empataram em 2×2

Hoje faz 25 anos do falecimento trágico de um dos maiores ídolos nacionais. Por volta de meio-dia daquele domingo estranho, dia 1º de maio de 1994, já havia se espalhado a notícia da morte de Ayrton Senna. No fim da tarde, vários jogos importantes pelos campeonatos estaduais estavam sendo aguardados. No futebol cearense, o Ferrão enfrentaria o Fortaleza em mais um Clássico das Cores, válido ainda pelo 1º turno do certame cearense que iniciara em fevereiro. Talvez tenha sido um dos jogos mais melancólicos em todos os tempos, com os torcedores presentes nitidamente abatidos e incapazes de entoar os gritos normais num domingo de futebol. No momento do ´minuto de silêncio` promovido pelo árbitro Dacildo Mourão, o público de 19.515 pessoas gritou o nome de Senna dezenas de vezes. Muitos torcedores, ainda anestesiados com a notícia, derramaram lágrimas no Castelão. Tarde estranha e só.

Jogadores naquela tarde

Justo foi o placar de 2×2 entre os preliantes. O Fortaleza marcou logo no início do jogo através de Hélio Carioca, mas o Ferrão tinha um excelente time já no início da competição que o teve, somente em dezembro daquele ano, como grande campeão. O Tubarão da Barra virou o jogo, mas sofreu o empate aos 39 minutos do segundo tempo numa bola defensável que o goleiro Dênis falhou. Cosme empatou para o Fortaleza. Treinado por José Dultra, o Ferroviário empatou com o futebol de Dênis, Caetano (Wanks), Batista, Aldo (Edgar) e Branco; Lima, Nasa, Acássio e Basílio; Cícero Ramalho e Batistinha. Já o Fortaleza, do então iniciante treinador Arnaldo Lira, jogou com Índio, Vanderlei (Adriano), Carlinhos, Hélio Carioca e Reginaldo; Adenilton, Eliézer (Osmar) e Bonato; Luis Carlos, Cláudio José e Cosme. Os gols do Ferroviário foram marcados por Cícero Ramalho e Acássio, exatamente os dois que, ao lado de Batistinha, formaram o famoso “ABC Coral” que liderou isoladamente a tábua de artilheiros do campeonato, inclusive tendo marcado, somente o trio, mais gols que o elenco do Ceará inteiro, que terminou como segundo colocado na competição. Na foto, o goleiro Dênis e o craque Acássio, em registro histórico naquele domingo estranho que o Brasil perdeu Ayrton Senna da Silva e, fatidicamente, perdeu também o gosto pela Fórmula Um.

BICAMPEÕES ESTADUAIS NA FESTA DOS CAMPEÕES BRASILEIROS

Duas gerações corais na foto – Em pé: Johnny, Túlio, André Lima, Edson Cariús, Alex, Janeudo, Mazinho, Paulo Adriano, Afonso, Miguel, Gleibson e Acássio; Agachados: Marcelo Bispo, Robério, Esquerdinha, Esquerdinha, Ricardo Lima, Lucas Mendes, Reginaldo, Valdeci, Nasa e Leanderson

Ontem o Ferroviário Atlético Clube viveu um domingo mágico: duas gerações vitoriosas se encontraram no Estádio Elzir Cabral para comemorar o título de campeão brasileiro do Tubarão da Barra. A geração bicampeã cearense em 1994 e 1995 foi convidada para o jogo de entrega de faixa dos campeões nacionais. Grandes nomes como Ricardo Lima, Paulo Adriano, Nasa, Batistinha, Alex, Esquerdinha, Robério, Borges, Jorge Luiz, Miguel, Cícero Ramalho, Reginaldo e Acássio, representantes do vitorioso grupo dos anos 1990, entraram novamente em campo para atuarem contra a geração vitoriosa de Edson Cariús, Janeudo e companhia. Nos discursos dos próprios ex-atletas, a palavra ´gratidão` era a mais pronunciada. Curiosamente, inclusive lado a lado na foto, dois Esquerdinhas, o de 2018 e o de 1995. Abaixo, você confere um vídeo produzido pelo torcedor Wladimir Lenine, que desenvolve um ótimo trabalho como documentarista dos fatos corais em seu canal no YouTube. Nele, o internauta bate um papo na festa com alguns dos principais nomes da história do Ferroviário. Aproveite!

A HISTÓRICA GOLEADA NO LEÃO NA LARGADA DA TEMPORADA DE 1994

Ídolo Batistinha

Início de temporada é sempre um período de implementação de trabalho e realização de partidas amistosas, onde a maioria delas acaba caindo no esquecimento do público em geral. Porém, existe um amistoso de começo de temporada, realizado no vitorioso ano de 1994, que até hoje a torcida coral não esquece. Foi a goleada de 4×0 em cima do Fortaleza, dentro do Elzir Cabral, quando o Tricolor do Pici levou um autêntico vareio de bola e foi humilhado por jogadores ainda desconhecidos do futebol cearense, mas que ao longo da temporada escreveram definitivamente seus nomes na história do Ferrão. Ao final do certame, somente o famoso ABC coral, formado pelos artilheiros Acássio, Batistinha e Cícero Ramalho, havia marcado juntos mais gols que o elenco inteiro do Ceará, vice-campeão estadual e vice-campeão da Copa do Brasil em 1994. Era ou não uma verdadeira máquina coral?

Acássio: dois gols no amistoso

Engana-se quem pensa que esse famoso amistoso contra o Fortaleza foi realizado na pré-temporada propriamente dita. Na verdade, os dois clubes já haviam realizado seus jogos de estreia pelo Campeonato Cearense de 1994, mas aproveitavam uma folga na tabela para continuar a preparação de suas equipes. Seis dias antes, o Tubarão da Barra havia ido a Sobral e empatado em 1×1 com o Guarany em seu primeiro jogo oficial pelo Estadual. Antes, na verdadeira pré-temporada, havia batido o Tiradentes, o Calouros e o Itapipoca. As torcidas estiveram presentes em bom número nas arquibancadas do estádio coral, até porque o primeiro Clássico Rei daquele ano estava marcado na tabela apenas para o mês de maio.

Cícero Ramalho: um dos artilheiros

Repare na escalação do Ferrão na goleada em cima do Leão e veja se consegue perceber algumas diferenças em relação ao time que foi campeão cearense dez meses depois: Miguel, Nasa, Santos, Batista e Branco; Edgar (Ricardo Lima), Acássio (Eron) e Basílio (Caetano); Batistinha (Pepe), Cícero Ramalho (Edinho) e Wanks. O técnico era José Dultra. O Fortaleza, do técnico Rui Guimarães, foi humilhado com o futebol de Júlio César, Adriano (Alex), Luís Cláudio, Oliveira e César Soares; Luis Fernando, Adenilton e Calvex (Maradona); Quirino (Edvan), Cláudio José (César) e Cosme. Pelo Ferrão, os ídolos Acássio e Batistinha, cada um, duas vezes, marcaram os gols do amistoso. Mais de duas décadas depois, o Almanaque do Ferrão resgata as imagens daquele jogo contra o Fortaleza, com direito a entrevistas com Cícero Ramalho, Lima e José Dultra.

125 GOLS ASSINALADOS NUMA MESMA FOTOGRAFIA ANTIGA

1 005_2

Nasa, Batistinha e Acássio antes de mais uma partida do Ferroviário no Estádio Elzir Cabral

O retrato de hoje equivale a 125 gols do Ferroviário marcados nos anos 90. Em foto histórica no Elzir Cabral, reveja três jogadores corais que marcaram época: o lateral direito/volante Nasa (76 jogos e 7 gols), o atacante Batistinha (80 jogos e 44 gols) e o meio campista Acássio (132 jogos e 74 gols). Um pernambucano, um piauiense e um bom baiano respectivamente. Depois de passarem pelo Ferrão, Acássio e Nasa atuaram pelo Vasco/RJ. Batistinha, cria do Flamengo/PI, jogou ainda em times tradicionais do futebol brasileiro como Vitória/BA, ABC/RN, Remo/PA e Santa Cruz/PE. Nomes eternos!