EX-MEIA DO FERROVIÁRIO JOGOU NO CAMPEÃO BRASILEIRO DA SÉRIE D

Dione posou para foto oficial no Ferroviário

Pouca gente lembra da passagem desse jogador pela Barra do Ceará. Seu nome é Dione Bonato Pires de Almeida, ou simplesmente Dione. Favor não confundir com o volante Diones, ex-Bahia, e que recentemente esteve no Ceará. Estamos falando de um meia, atualmente com 32 anos de idade, que jogou até ano passado no campeão brasileiro da Série D desse ano, o Operário Ferroviário do Paraná. A passagem dele pelo Ferrão foi pífia. Fez apenas 4 jogos e deixou a desejar em todos eles. Estreou no dia 7 de janeiro de 2009 num jogo treino contra o Uniclinic, no PV. Depois, entrou de saída na estreia coral no campeonato cearense daquele ano, uma acachapante derrota por 3×0 para o Horizonte, em pleno Elzir Cabral. Jogou mais uma vez contra o Boa Viagem e entrou no 2º tempo de um amistoso internacional contra o ASA de Angola. 4 jogos, sendo 2 oficiais e 2 amistosos. Esse é o retrospecto do ex-jogador dos dois times ferroviários.

FERRÃO TEM A CHANCE DE ACABAR COM TABUS NA ATUAL TEMPORADA

Ferroviário e Horizonte vivem semana decisiva no campeonato cearense. As duas equipes se enfrentam nos dias 12 e 26 de março em confrontos de ida e volta. O primeiro jogo será no Castelão e só uma das duas equipes passam para a semifinal do campeonato cearense de 2016. Pra seguir em frente, o Ferrão precisa fazer o que há 4 anos não consegue: vencer o Horizonte. É verdade que dois empates e vitória nos pênaltis também resolve, mas derrotar o adversário no jogo de 180 minutos credencia o time coral a buscar uma final estadual depois de 19 anos. A vaga na Série D também é um dos objetivos. Mas você é capaz de lembrar do time que derrotou o Galo do Tabuleiro pela última vez? Veja a foto abaixo. Foi no dia 6 de fevereiro de 2013: 1×0 no Domingão.

Ferroviário Atlético Clube em fevereiro de 2013 – Em pé: Fernando Júnior, Cleylton, Valdo, Henrique, Giancarlo e Lima; Agachados: Everton, Leandro Sobral, Foguinho, Ted e Tinga

Naquela oportunidade, o gol da vitória foi marcado pelo volante Leandro Sobral, que depois defendeu o próprio Horizonte, Campinense/PB e atualmente está no Altos/PI. Treinado pelo gaúcho Gilson Maciel, o Tubarão da Barra venceu com Fernando Júnior, Everton, Valdo, Cleylton e Tinga; Lima (Luisinho), Foguinho, Leandro Sobral e Henrique (Chico); Ted (Sami) e Giancarlo. O Horizonte perdeu com Jéfferson, Moisés Lucas (Jack Chan), Breno, Airton Júnior e Thalison; Válter, Albano, Erivélton e Moisés Rato (Rennan); Júnior Mineiro e Reginado Júnior (Torres). Dos quatorze jogadores utilizados pelo adversário nesse jogo, nada menos que 11 atletas haviam vestido ou vestiriam depois a camisa do Ferroviário, mais um indicativo da concepção do embrião do Horizonte dentro da própria estrutura coral ao longo do tempo, fato este já abordado em postagem anterior.

Uma outra vitória do Ferrão dentro de Horizonte aconteceu em 2009, também pelo campeonato cearense, no dia 5 de março. Triunfo por 3×2 que você pode conferir no vídeo acima. Os gols foram marcados por Wescley, duas vezes, e Menezes. Dudu e o falecido Ton Ton descontaram para o Galo do Tabuleiro. Confira a formação coral naquela noite: Jéfferson, Rodrigo, Paulo Paraíba (Guto), Menezes e Cleiton Cearense; Válter, Róbson Simplício, Diego e Vidinha (Dino); Wescley e Léo Jaime (João Neto); O Horizonte perdeu na ocasião com Fábio Lima, Andrezinho, Da Silva, Ton Ton e Tiago; Reginaldo, Tiago Costa (Preto), Júnior Cearense e Anderson (Teles); Stênio e Dudu. Desses, seis jogadores vestiram a camisa do Ferroviário em temporadas anteriores. Voltando para 2017, o desejo é que a atual geração de jogadores do Ferrão quebre o tabu de 4 anos sem vitórias contra o Horizonte e que possam se inspirar nos exemplos citados acima.

FERROVIÁRIO PODE VOLTAR A TER FORNECEDORA DE RESPEITO EM 2016

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Ferroviário em 1984: último ano da francesa Le Coq Sportif no vistoso material esportivo do clube

O Almanaque do Ferrão apurou que o Ferroviário pode fechar a qualquer momento com uma fornecedora de material esportivo de grande respeitabilidade no mercado. As negociações estão adiantadas e o clube pode voltar a ter uma parceira de alto nível, à exemplo do que ocorreu no passado quando chegou a ter a francesa Le Coq Sportif, entre 1982 e 1984, e as brasileiras Penalty, em 1997 e 1998, e Finta, de 2009 a 2010. Parece realmente que o clube abandonará as soluções caseiras e partirá para algo mais empolgante. A mudança de rumo se justifica na contratação de uma empresa paulista de marketing esportivo, a MP Sport, que chega ao clube com uma visão mais profissional em relação à práticas recentes, como em 2015, quando o Ferrão apresentou um dos uniformes mais extravagantes – para não usar o adjetivo ridículo – de sua história.

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Ferroviário em 1997: primeiro ano da conhecida Penalty no belo material esportivo do clube

Respeitando a famosa estratégia do sigilo nas negociações empresariais, o blog opta por não anunciar a marca que negocia atualmente com o Ferroviário, muito embora o nome já tenha vazado em algumas redes sociais. Marca em camisa não ganha jogo, mas não deixa de ser um bom começo para o início de uma nova gestão. O torcedor gosta de bons produtos e, nesse aspecto, a torcida coral tem se mostrado carente de opções interessantes ao longo dos anos. De repente, em termos de material esportivo, o clube pode retornar ao patamar de uma Le Coq Sportif, que enquanto vestiu o Ferrão, fornecia também material para o São Paulo/SP e para as seleções da França e da Argentina, ou a tradicional Penalty, parceira histórica de praticamente todos os times importantes do Brasil, além da própria Finta, que vestiu clubes de respeito no futebol brasileiro, entre eles o Botafogo/RJ no inesquecível título nacional no ano de 1995. Marca é marca, e algumas delas não se compra em bodega. Quem sabe, mais uma em breve na Barra do Ceará.

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Ferroviário em 2009: primeiro ano da simpática Finta no material esportivo do clube

EX-MEIA DO FERROVIÁRIO CONSEGUE ACESSO COM O BRASIL DE PELOTAS

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Diogo Oliveira comemora gol no Brasil/RS

Levante a mão se você lembra da passagem do meia carioca Diogo Oliveira pelo Ferroviário! Prestes a completar 34 anos de idade, ele acaba de conquistar o acesso nacional com a camisa do Brasil de Pelotas, depois de jogar com destaque nos últimos anos por Chapecoense/SC, Joinville/SC, Criciúma/SC e Juventude/RS, entre outras equipes importantes do sul do país. O atleta foi autor de alguns gols do time gaúcho durante a bem sucedida campanha da Série C desse ano. O Almanaque do Ferrão recorda que o experiente jogador foi uma das principais contratações do Ferroviário Atlético Clube para a quarta divisão do campeonato nacional de 2009, mas acabou ficando um breve período de tempo e não chegou a se destacar no time coral, apesar da condição de titular na grande maioria das partidas na competição.

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Time base do Ferroviário na Série D de 2009

Diogo Oliveira estreou pelo Tubarão da Barra em 24/6/2009, num amistoso contra o time B do Fortaleza, no Estádio Domingão. Ao todo foram apenas 9 jogos, sendo uma única partida inteira em campo e infelizmente nenhum gol marcado com a camisa coral. Na prática, o futebol altamente técnico do jogador acabou desaparecendo em meio a um time mal treinado e uma campanha sofrível marcada por derrotas contra Alecrim/RN, Treze/PB e Sergipe/SE. O atleta rescindiu contrato com o Ferroviário após a competição e partiu sem deixar saudades. Além do Ferrão, Diogo vestiu no futebol cearense as camisas do Ceará, Icasa e Uniclinic. Na foto acima, ele aparece em destaque ao lado de jogadores na seguinte sequência: Dionantan, Cícero César, Clemílson, Felipe Espada, ele e Rafael; Eliélton, Victor Cearense, Cristiano, Júnior Cearense e Alberto.

ZAGUEIRO CORAL DA BASE DE 2009 É NEGOCIADO COM O BORDEAUX

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Ex-zagueiro coral Pablo, as 24 anos de idade, tem a chance agora de jogar no futebol francês

Ele foi zagueiro do Sub-18 do Ferroviário no Campeonato Cearense de 2009. Era titular absoluto da defensiva coral e se projetava como um jogador de futuro. Seis anos depois, parece que este chegou finalmente para o jovem Pablo, atualmente defendendo as cores da Ponte Preta na 1ª divisão do futebol brasileiro. O atleta acaba de ser negociado com o Bordeaux da França. Segundo a imprensa paulista, o valor da negociação foi da ordem de 6 milhões de Euros, o equivalente a 24 milhões de Reais. Pablo nunca disputou uma partida oficial pelo Ferroviário. Em meio a uma centena de jogadores ligados à empresários que foram desligados do clube entre setembro e outubro de 2009, ele foi parar no rival Ceará e de lá bateu asas para boas passagens pelo Grêmio/RS e Avaí/SC.

logo-fifaMesmo já tendo se passado 6 anos desde a atuação do zagueiro Pablo na base do Tubarão da Barra, o time coral pode auferir receitas futuras a partir do mecanismo de solidariedade, uma compensação instituída pela FIFA visando restituir aos clubes formadores, alijados do processo de transferências internacionais. Segundo o Regulamento de Transferências publicado no site da entidade, “se um profissional se transfere durante o curso de seu contrato, 5% do montante deve ser deduzido, por seu novo clube, a todos aqueles envolvidos no treinamento e educação do atleta ao longo dos anos situados entre o 12º e 23º aniversários”. Em suma, trata-se de uma trabalhosa – porém rentável – fonte de recursos. Basta o Ferroviário se mexer em âmbito jurídico para pleitear a sua compensação financeira sempre que uma transação internacional com esse jogador vier a ocorrer, o que convenhamos, em épocas de vagas macras, será sempre mais do que bem vinda.

GOL 6.000 DA HISTÓRIA CORAL SAIU HÁ 6 ANOS NO ESTÁDIO DOMINGÃO

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Eliélton marcou o gol 6.000 da história

Nesse 19 de Julho faz 6 anos que o pernambucano Eliélton marcou o gol de número 6.000 da história do Ferroviário. Foi exatamente num domingo como hoje, no Estádio Domingão, diante de um público pífio de 456 pessoas que se aventuraram a ir até o município de Horizonte acompanhar o Tubarão da Barra. O adversário foi o Flamengo/PI pela disputa da Série D do campeonato brasileiro. O Ferrão fez 3×0 no placar e foi justamente o segundo gol do jogo que levou a marca emblemática. Mais que isso, o gol de Eliélton foi sensacional, histórico não apenas pela relevância numérica na história, mas sobretudo pela beleza plástica. Foi exatamente o “gol que Pelé não marcou” contra a Tchecoslováquia na Copa do México em 1970. O gol que Pelé não conseguiu marcar, outros jogadores do futebol mundial conseguiram. O meia Eliélton, do Ferrão, foi um deles. Coisas do futebol que não têm explicação.

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Ex-volante da década de 70: Aucélio

Acompanhe o vídeo com a matéria da vitória coral contra o Flamengo piauiense. Além do gol antológico de Eliélton, também pode se recordar os gols dos atacantes Wescley e Cristiano. Era a primeira vitória coral na competição após derrotas nos dois primeiros jogos. Treinado por Gilmar Silva, o Ferroviário atuou com Jéfferson, Ivan, Cícero César, Lúcio e Victor Cearense (Marcelo); Válter, Eliélton, Clébson e Diogo Oliveira (Diego); Cristiano (Júnior Cearense) e Wescley. Por sua vez, o Flamengo do Piauí perdeu com Beto, Niel, Marcelão (Maranhão), Laércio e Binha; Alessandro, Célio (Marcelo Sá), Luciano e Bruno Potiguar (Tote); Roni e Michel. O técnico flamenguista era o gaúcho Paulo Moroni. Nas arquibancadas do Domingão, três ex-jogadores corais chamaram a atenção entre os poucos torcedores presentes: o lateral esquerdo Vila Nova, o volante Aucélio e o lateral esquerdo Marcelo Veiga, destaques nas décadas de 70 e 80. Confira o vídeo abaixo e relembre o golaço de Eliélton, o gol 6.000 da história do Ferroviário.