JORGE VERAS E IVAN DECRETAM VITÓRIA EM CLÁSSICO DE 1982

A raridade acima mostram os gols de um Clássico das Cores disputado em 1982, exatamente num 14 de Novembro como hoje. O jogo foi válido pelo 3º turno do campeonato cearense daquele ano, selando a terceira vitória consecutiva por 2×1 em cima do Fortaleza dentro da competição. As imagens do acervo do pesquisador Zidney Marinho mostram um verdadeiro golaço do artilheiro Jorge Veras no primeiro tempo, e um gol do atacante Ivan, emprestado pelo Santa Cruz/PE, que foi decisivo para a vitória na etapa final e comemorou seu gol tal qual Pelé, com socos no ar. O experiente volante Nélson descontou para o tricolor. Treinado por Jálber Carvalho, o Tubarão da Barra formou naquele domingo de muita chuva pelo Brasil com o futebol de Hélio Show, Jorge Henrique, Goes, Artur e Luisinho; Augusto (Alberto), Edson e Betinho; Paulo César Cascavel, Ivan e Jorge Veras (Doca). Moésio Gomes escalou o time perdedor com Salvino, Alexandre, Pedro Basílio, Chagas e Clésio; Nélson (Romário), Assis Paraíba e Zé Eduardo; Geraldinho, Miltão (Beijoca) e Edmar. O Fortaleza tinha uma equipe muito experiente e terminou conquistando o título estadual no mês seguinte, após uma série de jogos decisivos contra o próprio Ferroviário, que sentiu muito um problema de contusão do craque Betinho, ele que passou a atuar nos jogos finais na base do sacrifício e longe da condição física ideal.

LUISINHO E BETINHO DECISIVOS NUM CLÁSSICO DAS CORES EM 1982

Luisinho e Betinho foram duas ótimas contratações para o campeonato cearense de 1982. Os dois vieram do futebol pernambucano, mais precisamente do América e do Sport, respectivamente. O primeiro era um eficiente lateral esquerdo, já o segundo foi um meio campista de mão cheia, craque na verdadeira acepção da palavra. Experientes, ambos contribuíram bastante dentro de campo naquele ano e também na temporada seguinte. No vídeo acima, vemos os gols desses dois jogadores  contra o Fortaleza, num 19 de setembro como hoje, que terminou com a vitória coral por 2×1 no Castelão. No gol da vitória, Betinho acertou uma cabeçada certeira e decretou o resultado. Treinado pelo experiente Jálber Carvalho, o Tubarão da Barra formou com Hélio Show, Jorge Henrique, Artur, Goes e Luisinho; Doca, Meinha, Cacau e Betinho; Getúlio (Paulo César Cascavel) e Evaldo (Nilo). O adversário, treinado por Moésio Gomes, perdeu com Sérgio Monte, Roner, Lineu, Chagas e Clésio; Assis Paraíba, Romário (Miltão) e Zé Eduardo; Geraldinho, Adilton e Edmar (Viegas). Hoje em dia, o inesquecível ídolo Betinho mora em Recife e enfrenta problemas de saúde. Por sua vez, Luisinho trabalhou nas categorias de base do Ferrão há pouco mais de dez anos. São dois nomes pernambucanos para sempre na história do Ferroviário Atlético Clube.

NARRAÇÃO DOS GOLS DE UM JOGO CONTRA O GUARANY EM 1982 NO PV

Em agosto de 1982, o Ferroviário recebia o Guarany de Sobral, no PV, para mais um jogo válido pelo 2º turno do campeonato cearense daquele ano. Era uma quarta-feira à noite e somente 982 pagantes resolveram ir ao velho estádio do Benfica, bucólico bairro da capital cearense. Quase quarenta anos depois, o Almanaque do Ferrão revive em áudio a emoção daquela partida, que terminou com a vitória coral por 2×1, gols de Paulo César Cascavel, na foto ao lado, e Almir. O lendário Teco Teco descontou para o time sobralense. Treinado por Wilson Couto, o Ferrão jogou com Giordano, Nonato Ayres, Darci Munique, Nilo (Zé Carlos) e Jorge Henrique; Augusto, Meinha e Almir; Getúlio, Paulo César Cascavel e Evaldo (Doca). Como se nota, a dupla diabólica Betinho e Jorge Veras, que marcou época a partir daquele campeonato, ainda não estava em campo, fato este só iniciado no final do mês de agosto. O Guarany, treinado por Nagibe Marques, perdeu com Dalmir, Ney, Nanam, Perivaldo e Marcelino; Reinaldo (Rosquinha), Tangerina e Teco Teco; Valdir, Toninho e Badu (Chiquinho Viana). A partida teve Joaquim Gregório no apito e todos os gols saíram ainda no primeiro tempo. Abaixo, destacamos a narração da Rádio Verdes Mares 810 AM de Fortaleza, com Tom Barros e Cleiton Monte. Mate a saudade daquela cobertura.

TIME JÚNIOR DO FERROVIÁRIO NO CAMPEONATO CEARENSE DE 1982

Equipe de base do Ferroviário Atlético Clube na temporada de 1982 – Em pé: Benone, China, Luís Carlos, Cid, Cloude e Marquinhos; Agachados: Pedro, Juarez, Osmar, Narcélio e Wellington

O registro fotográfico acima merece o destaque nessa seção. Essa fotografia foi tirada no estádio Presidente Vargas, em 1982, num domingo pela manhã, antes do início do Torneio Início de mais um campeonato de base promovido pela Federação Cearense de Futebol, que equivalia à categoria Sub-20 de hoje em dia. Era o chamado time júnior coral, que foi campeão estadual ao final da temporada. Dessa equipe, alguns nomes figuraram entre os profissionais durante a década de 1980, alguns com mais destaque, como o atacante Narcélio, já falecido, que realizou 30 partidas na equipe principal do Ferrão. O goleiro China figurou várias vezes nos jogos como reserva imediato dos goleiros titulares, participando efetivamente de 16 jogos em campo no total. O lateral direito Benone atuou em 9 partidas, o mesmo acontecendo com o lateral esquerdo Luís Carlos, que participou de 38 jogos entre 1984 e início de 1988. O meio campista Marquinhos também atuou em 6 jogos entre os profissionais naquela década. Pedro e Osmar atuaram apenas em duas partidas, cada. Wellington participou de 8 jogos e assinalou um gol, por sua vez, Juarez entrou em um único amistoso, em 1983, entre os profissionais do Tubarão da Barra. Não há registro dos demais em jogos da equipe principal do Ferroviário Atlético Clube durante os anos 1980.

FOTO HISTÓRICA PUBLICADA NO INSTAGRAM OFICIAL DO CRAQUE ZICO

Zico sobe pra cabecear acossado pelo zagueiro Júlio e sob o olhar atento do lateral Paulo Maurício

Zico foi um dos maiores jogadores que o futebol brasileiro já produziu. Vestindo a camisa do Flamengo/RJ, ele enfrentou o Ferroviário em 3 jogos oficiais, deixando uma marca expressiva de cinco gols marcados nas redes corais. Foram dois confrontos pelo campeonato brasileiro de 1982 e, antes, um jogo pelo brasileirão de 1980. Ontem, o ídolo brasileiro publicou em sua conta oficial no Instagram a foto acima, registrada no Maracanã em janeiro de 1982. Nela, podemos observar dois jogadores corais na partida: o zagueiro Júlio e o lateral direito Paulo Maurício. Os 3 jogos do Ferrão contra o Flamengo na história já renderam algumas postagens aqui no blog. A vitória rubro-negra por 2×1, no Rio de Janeiro, em 1980, já mereceu postagem especial e o VT completo da vitória por 3×0, também no Maracanã, em 1982, já apareceu por aqui há mais de 5 anos, assim como o vídeo da vitória do Flamengo por 2×1 no Castelão, no jogo da volta de 1982. Temos também em nosso acervo o áudio dos três gols desse jogo em Fortaleza. Qualquer dia a gente publica essa raridade também. Dos atletas corais na fotografia, os dois passaram pelo Tubarão da Barra também como treinador em temporadas posteriores. Paulo Maurício trabalhou como o técnico coral em 2001 e Júlio Araújo atuou entre o fim de 2011 e o começo de 2012, ambos sem sucesso.

FERROVIÁRIO JOGOU PELA PRIMEIRA VEZ NO MARACANÃ HÁ 40 ANOS

Treinador Aristóbulo Mesquita prepara o elenco para o jogo no Rio de Janeiro contra o Flamengo

Aconteceu numa quarta à noite, exatamente num 12 de março como hoje. Só que no ano de 1980, portanto há exatos 40 anos. O Ferroviário já tinha enfrentado o Flamengo/RJ três vezes anteriormente, mas nunca tinha jogado na cidade do Rio de Janeiro. O adversário carioca ainda não era campeão mundial, mas já havia montado o melhor elenco de sua história sob o comando do falecido Cláudio Coutinho. O Ferrão fazia boa campanha no campeonato brasileiro. Foi um jogo histórico apesar da derrota coral, televisionado para todo o estado do Ceará através da TV Verdes Mares. O goleador Almir foi o terceiro jogador de um time cearense a marcar um gol no lendário Maracanã. Antes dele, apenas Gildo e Geraldino Saravá haviam alcançado essa façanha. O Flamengo venceu por 2×1, com dois gols do ídolo Zico. No lance mais polêmico, o árbitro Hélio Corso marcou pênalti uma bola que bateu na mão do zagueiro Nilo. Treinado pelo cearense Aristóbulo Mesquita, o Ferroviário formou com SalvinoJorge Luís, Nilo, Celso Gavião e Ricardo Fogueira; Doca, Bibi e Nilsinho (Hélio Sururu); Ari (Haroldo), Almir e Babá. Já o time carioca venceu com Raul, Toninho, Rondinelli, Marinho e Júnior; Carpegiani, Adílio e Zico; Reinaldo, Tita (Andrade) e Carlos Henrique. Há alguns anos, essa memorável partida do Ferroviário virou até crônica intitulada ‘Dias de Glória no Maraca´, publicada numa das dez edições da Expresso Coral, revista oficial do Ferrão distribuída nas bancas de revistas entre janeiro de 2008 e abril de 2010. Depois desse jogo histórico contra o Flamengo de Zico, cujo os três gols do jogo você confere no vídeo abaixo, o Ferrão chegou a jogar apenas mais duas vezes no Maracanã, uma contra o próprio Flamengo em 1982 e a outra contra o Botafogo/RJ, em 1983. Curiosamente, coube ao próprio Almir marcar o gol do Tubarão da Barra na partida de 1983, se tornando até hoje o único jogador do clube a assinalar gols naquele que era o maior estádio do mundo. No jogo de 1982, sem Almir em campo, nenhum gol foi marcado pelo Tubarão da Barra.

FERRÃO E TREZE/PB: TRADIÇÃO NA FINAL NA SÉRIE D DO BRASILEIRÃO

Anúncio no Diário do Nordeste convocando a torcida para o jogo da Série A do Brasileirão em 82

O adversário do Ferroviário na grande final da Série D do campeonato brasileiro de 2018 é o Treze/PB. Os dois são velhos conhecidos do futebol nordestino e já se enfrentaram 24 vezes até o momento. O Ferrão leva uma ligeira vantagem no número de vitórias em cima do time paraibano: 10 vitórias, 5 empates e 9 derrotas desde que se enfrentaram pela primeira vez num amistoso na cidade de Fortaleza em 1949. Os finalistas da Série D de 2018 gozam ainda de um grande retrospecto em suas trajetórias históricas: já se enfrentaram 14 vezes em todas as quatro divisões do futebol brasileiro, o que reforça ainda mais a rivalidade entre ambos na grande decisão desse ano. Além da tradicional competição nacional, também já se enfrentaram uma vez pelo Nordestão em 1970, seis vezes em amistosos e três vezes por torneios comemorativos nas décadas de 1950 e 1960. Sem dúvida, temos uma final de Série D de grande representatividade, que se junta a nomes históricos de atletas conhecidos que vestiram os dois tradicionais uniformes como Zé Luiz, Gilson Baiano, Eron, Hélio Show, Manuel de Ferro, Rocha, Ruivo, Ronaldinho, Getúlio, Jangada, Olímpio, Wilson, Gilmar, Hermes, Fernando Canguru, entre outros.

Jorge Veras: 4 gols em 92

Em termos de campeonato brasileiro, como não lembrar do jogo entre ambos pela Série A de 1983 quando o atacante Almir marcou duas vezes na vitória coral por 2×1 no PV em Fortaleza? Dias depois, o Treze devolveu o mesmo placar no jogo de volta realizado em Campina Grande. Um ano antes, o jornal Diário do Nordeste chegou a publicar um anúncio convocando o público para torcer ´Ferrim` no jogo entre ambos no Castelão, em campanha que envolveu também um breve comercial veiculado na TV Verdes Mares narrado por Gomes Farias exatamente a partir do texto do anúncio impresso. O Treze/PB estragou a festa e marcou 2×0 com gols de Wilson e João Paulo. Ao todo, foram 4 jogos pela Série A. Em termos de Série B, houve apenas um jogo, em 1986, na estreia de ambos no campeonato nacional, vencido pelo time paraibano em Campina Grande, que tinha como goleiro o já experiente Jorge Hipólito, velho conhecido do público cearense. Pela Série C foram 7 jogos, talvez o mais inesquecível para a torcida coral tenha sido a partida realizada em 01/04/1992, vitória coral por 5×3 com quatro gols do ídolo Jorge Veras, ele que coincidentemente também esteve presente em campo no jogo pela Série A em 1983. Diga-se de passagem, o Ferrão nunca perdeu para o Treze/PB num jogo de Série C e só na edição de 2006 foram quatro confrontos entre ambos. Na Série D, foram apenas duas partidas até hoje, sendo uma vitória para cada lado. Agora na finalíssima de 2018, teremos mais dois empolgantes jogos. Em 2019, promovidos com justiça à Série C, certeza de mais compromissos entre esses dois importantíssimos times do futebol nordestino, que acabaram de provar para todo o Brasil o gigantismo do nosso futebol. Por fim, que tal rever os gols do jogo de 1983 pela Série A em Fortaleza? É só conferir o vídeo abaixo.

PRIMEIRO GOL DO FERROVIÁRIO NO CAMPEONATO CEARENSE DE 2018

Eis o primeiro gol do Ferroviário em 2018. Ele surgiu ontem na largada do Campeonato Cearense desse ano e foi de pênalti. O meia Janeudo, ex-jogador do Botafogo/PB e do Campinense/PB, assinalou o único gol coral na partida, que terminou empatada em 1×1 com o Iguatu. O jogo aconteceu no Estádio Morenão e foi o de número 3.585 na história do Tubarão da Barra. Entre amistosos e jogos oficiais, foi apenas a 11ª vez que o Ferrão atuou em Iguatu desde 1957. A última vez havia sido em 30/04/2016 em confronto válido pela segunda divisão do Estadual. Até hoje, a única equipe iguatuense a ganhar do Ferroviário foi o Coiguatu, campeão da liga local em 1982, que derrotou duas vezes o time coral em amistosos comemorativos naquela temporada.

FOTO RARA DO FERROVIÁRIO EM 1982 DURANTE AMISTOSO EM ITAPIPOCA

Ferroviário em 10/01/1982 – Em pé: Paulo Maurício, Giordano, Darci Munique, Nilo, Jorge Henrique e Augusto; Agachados: Doca, Ednardo, Paulo César Cascavel, Roberto Cearense e Babá

Confira o retrato acima. Ela pertence ao acervo particular do ex-volante Doca e terminou desgastada com o tempo. Se algum nobre torcedor gostar de Photoshop, está aí um prato cheio para restauração! A imagem foi produzida por ocasião de um amistoso de pré-temporada do Ferroviário no estádio municipal de Itapipoca, muito antes do time da casa disputar alguma divisão profissional do futebol cearense. Trata-se de uma fotografia de 1982, mais precisamente do dia 10 de janeiro, quando o Tubarão da Barra bateu a Seleção de Itapipoca por 3×1, gols de Paulo César Cascavel, Ednardo e um gol contra de Dedé. Treinado por Assis Furtado, que anos depois militou na crônica esportiva de Fortaleza, o Ferrão formou Giordano (Edmundo), Paulo Maurício, Darci Munique, Nilo e Jorge Henrique (Laércio); Augusto, Doca (Carlos Brasília) e Ednardo; Paulo César Cascavel, Roberto Cearense e Babá. A escalação do adversário você pode conferir na ficha do jogo 1.869 disponível na versão impressa do Almanaque do Ferrão. Na época, o time coral faturou 200 mil cruzeiros de cota. A vitória foi de virada já que o selecionado de Itapipoca venceu o 1º tempo por 1×0. Meses depois, o atacante Roberto Cearense seria negociado com o Sport/PE.

A LEMBRANÇA DE GIORDANO DO GOLEIRO DA SELEÇÃO BRASILEIRA

Goleiro Valdir Peres, do São Paulo, foi titular da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 1982

No final do mês passado, o Brasil perdeu o ex-goleiro Valdir Peres, titular do São Paulo/SP e da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 1982. Como arqueiro do tricolor paulista naquela temporada, Valdir Peres enfrentou o Ferroviário em duas oportunidades no intervalo de dez dias. A primeira em 28/01/1982, no Morumbi, e a segunda em 07/02/1982, no Castelão. Quatro meses depois, o falecido goleiro estreava na Copa da Espanha com a camisa da Canarinho contra a União Soviética. Por outro lado, os confrontos contra o São Paulo parecem ainda vivos na memória do goleiro reserva do Ferrão na ocasião. O cearense Giordano, que chegou ao clube em 1976, amargava a reserva do titular Barbiroto, emprestado pelo próprio São Paulo ao Ferroviário para as disputas daquele campeonato brasileiro. Em meio aos jogos contra o tricolor paulista, Giordano conheceu Valdir Peres e um fato o marcou por toda vida.

Giordano no Ferrão

Semana passada, Giordano encontrou ocasionalmente Charles Garrido, um dos torcedores corais que mais prestigia este blog com mensagens e comentários na página do Almanaque do Ferrão no Facebook. Conversando sobre o falecimento do ex-goleiro do São Paulo, Giordano confidenciou no referido encontro: “até hoje tenho guardado um uniforme completo de goleiro que o Valdir Peres gentilmente me presenteou naquela oportunidade“. Ao enfrentar um time financeiramente inferior, onde naturalmente as condições de trabalho são muito mais difíceis, Valdir Peres teve a delicadeza de ajudar um companheiro de profissão e, mais que isso, de posição. O fato nunca saiu da cabeça de Giordano, que permaneceu no clube até a temporada seguinte. Ao todo, foram 135 partidas com a camisa do Ferrão. Em 1984, sagrou-se campeão maranhense pelo Sampaio Corrêa/MA. Em 1988, já aposentado dos gramados, foi o treinador de goleiros do próprio Tubarão da Barra no título cearense daquele ano. Tantos anos depois, o Ferrão continua nas melhores lembranças de Giordano em conversa com amigos corais.