REGISTRO EM VÍDEO DO LANÇAMENTO DE CRÔNICAS CORAIS

O vídeo acima é uma produção do publicitário e videomaker Éder Bicudo. Ele gentilmente esteve presente, no último dia 9,  no lançamento do livro “Crônicas Corais“, que reúne uma coletânea de vinte textos históricos sobre o Ferroviário Atlético Clube. A apresentação no início da gravação é do jornalista Victor Hannover, conhecido repórter de televisão e apresentador do Globo Esporte, em Fortaleza, durante muitos anos. O material acima tem três minutos de duração e apresenta também um relato sobre a obra com o autor Evandro Ferreira Gomes e as imagens de alguns torcedores corais que compareceram ao Barbarians Pub, no bucólico bairro do Benfica, na capital cearense. Sete anos depois do lançamento do livro “Almanaque do Ferrão” e após o pré-lançamento virtual e o lançamento oficial de “Crônicas Corais“, o novo livro já está à disposição dos interessados na Ferrão Store, no Shopping RioMar Kennedy, ao preço de 50 Reais, podendo também ser adquirido diretamente aqui pelo blog por aqueles que residem fora da cidade de Fortaleza ou também por delivery no Whatsapp de número (85) 99128-4059, especialmente criado para esse fim. Boa leitura!

UM QUARTO DE SÉCULO DO BICAMPEONATO ESTADUAL 94/95

Foto do Jornal Diário do Nordeste registrando a saudação da onzena coral na grande final

Hoje completa um quarto de século que o Ferroviário conquistou de forma brilhante o bicampeonato 1994/1995. O time que ficou conhecido como a “Máquina Coral” precisou de 37 jogos no primeiro ano e 47 partidas no segundo para escrever seu nome nos anais do futebol cearense. Há cinco anos, a TV Verdes Mares produziu uma excelente matéria reunindo alguns dos principais nomes daquela conquista. Ricardo Lima, volante e capitão do bicampeonato, participou, em julho desse ano, de uma Live no Instagram do Almanaque do Ferrão, compartilhando algumas de suas lembranças, sem falar das imagens históricas veiculadas na época e recuperadas da extinta TV Manchete, com a ampla cobertura da conquista coral. Em meio a nomes como Batistinha, Reginaldo, Robério, entre outros, o craque Acássio é sempre o mais lembrado e celebrado como o grande ícone daquela geração. Ele também participou de uma Live recentemente comentando suas memórias. Em 2018, os bicampeões estaduais se reuniram com o elenco campeão brasileiro em um domingo muito emocionante. Já foram várias as menções no blog à partidas e momentos marcantes daquele período áureo do time coral, que se encerrou com a deposição do presidente Clóvis Dias, apenas dois anos depois. O torcedor coral pode celebrar a memória dos 25 anos do nosso bicampeonato, recordando as matérias já apresentadas e se deleitando com memórias ainda hoje vivas na mente de quem acompanhou a época, como as imagens abaixo, veiculadas na TV Verdes Mares na ocasião, a partir da cobertura do gol do lateral esquerdo Branco, que deu o título ao Ferrão do 3º turno do Estadual de 1995 contra o Fortaleza, credenciando a equipe coral a jogar apenas pelo empate contra o Icasa, no domingo seguinte, para garantir o inédito bicampeonato.

LANÇAMENTO DE “CRÔNICAS CORAIS” EM REDUTO CORAL

Depois da Live de pré-lançamento de “Crônicas Corais“, que serviu para apresentar, antecipar e registrar virtualmente um bate-papo de assuntos genuinamente corais, que permearam o universo de criação e realização da nova obra sobre o Ferroviário Atlético Clube, chegou a hora do lançamento oficial para aquisição física do livro. Ele acontecerá na quarta-feira, dia 9 de Dezembro, a partir das 19 horas. Será no Barbarians Pub, conhecido reduto da torcida coral em dias de jogos do Ferrão veiculados na televisão. Na ocasião, ocorrerá a tradicional sessão de autógrafos para os interessados em local aberto e arejado do estabelecimento. Em razão do atual período de pandemia global, o uso de máscaras será obrigatório em conformidade com a legislação estadual. Apesar de começar às 19 horas, o torcedor coral pode se dirigir sem pressa ao Barbarians Pub em qualquer horário, até 22 horas, para facilitar o fluxo de interessados e evitar aglomeração desnecessária. Um número suficiente de exemplares está reservado para atender a demanda, independente do horário que o torcedor chegar ao local. A obra “Crônicas Corais“, publicada pela Editora Primeiro Lugar, custará R$ 50,00 e poderá ser adquirido em dinheiro ou cartão de crédito. O Barbarians Pub fica localizado na Rua Waldery Uchôa, número 42, esquina com a famosa Av. 13 de Maio, no bairro do Benfica, em Fortaleza. Todos convidados!

GOL DE JORGE VERAS QUE ADIOU O DESFECHO DO ESTADUAL DE 1982

O Fortaleza jogava pelo empate para ser campeão cearense em 1982. Era um domingo, dia 5 de dezembro daquele ano. No segundo tempo, o ponta esquerda Edmar errou um passe no meio campo e o Ferrão se aproveitou para marcar 1×0 com o artilheiro Jorge Veras. Resgatamos acima o vídeo desse lance histórico no Castelão. O adversário coral ainda perdeu um pênalti no jogo. Na sequência, os dois clubes, que rivalizaram grandes jogos em 1982, partiram para uma melhor de 4 pontos. Após dois empates, o Fortaleza venceu o terceiro jogo e acumulou a pontuação necessária do regulamento – a vitória valia 2 pontos no passado – sagrando-se campeão cearense. No jogo do vídeo em destaque, o técnico Jálber Carvalho escalou o time coral com Hélio Show, Jorge Henrique (Meinha), Goes, Nilo e Luisinho; Doca, Edson e Betinho; Paulo César Cascavel, Ivan (Getúlio) e Jorge Veras. Moésio Gomes, técnico do tricolor do Pici, escalou seu time com Salvino, Alexandre, Pedro Basílio, Chagas e Clésio; Nélson (Romário), Zé Eduardo e Assis Paraíba; Adilton, Beijoca e Edmar (Miltão). A arbitragem foi do paulista Emídio Marques de Mesquita e 28.794 pessoas pagaram ingresso para esse grande jogo no Castelão. O vídeo é mais uma raridade descoberta pelo Almanaque do Ferrão e que fica para a posteridade.

LIVE DE PRÉ-LANÇAMENTO DO NOVO LIVRO “CRÔNICAS CORAIS”

Para quem perdeu a Live de pré-lançamento do livro “Crônicas Corais“, o vídeo acima fica disponível para fazer você se redimir. Em quase uma hora de bate-papo, Evandro Ferreira Gomes e Evaldo Lima, respectivamente autor e prefacista da nova obra sobre o Ferroviário Atlético Clube, discorrem sobre fatos importantes da história do clube que viraram crônicas e que estão agora definitivamente eternizadas na literatura esportiva brasileira. O livro foi lançado pela Editora Primeiro Lugar e a orelha de apresentação foi escrita pelo ex-presidente Chateaubriand Arrais. O lançamento presencial de ´Crônicas Corais` será no dia 9 de dezembro, às 19 horas, no Barbarians Pub, no bairro Benfica, na Rua Waldery Uchôa, Nº 42, que fica próximo ao estádio Presidente Vargas.

PRÉ-LANÇAMENTO DO LIVRO CRÔNICAS CORAIS NO INSTAGRAM

Crônicas Corais chegando nas prateleiras

Nessa terça-feira, dia 1° de dezembro, às 21 horas, acontecerá virtualmente, em uma Live no Instagram, o pré-lançamento do livro “Crônicas Corais“. Escrito pelo mesmo autor do Almanaque do Ferrão, o novo livro chega ao vasto universo da literatura esportiva e reúne uma compilação de vinte textos devidamente preparados durante a pandemia de coronavírus, no primeiro semestre desse ano. A nova obra sobre o universo coral é um produto lançado pela Editora Primeiro Lugar, especializada na publicação de livros no segmento esportivo. Nomes como os de Valdemar Caracas, Estelita Aguirre, Zé Limeira, Zezé do Valle, Ruy do Ceará, José Rego Filho, Vicente Monteiro, Clóvis Dias, entre tantos outros, estarão presentes nas crônicas corais, ao lado de passagens envolvendo jogadores que fizeram a história do clube como Manoelzinho, Pacoti, MacacoMarcelino, os heróis do título invicto de 1968, os bicampeões estaduais nos anos 1990, o título de campeão brasileiro em 2018, etc. Enfim, trata-se de uma verdadeira coletânea de boas histórias sobre fatos e feitos que ajudaram a consolidar o Ferroviário como uma das principais agremiações esportivas do futebol nordestino. A Live de pré-lançamento do novo livro acontecerá no perfil do Almanaque do Ferrão no Instagram e contará com um bate-papo entre o autor Evandro Ferreira Gomes e Evaldo Lima, prefacista da obra, professor e tradicional torcedor coral. O lançamento presencial de ´Crônicas Corais` será no dia 9 de dezembro, às 19 horas, no Barbarians Pub, no bairro Benfica, que fica próximo ao estádio Presidente Vargas. Aqueles que desejarem adquirir antecipadamente seu livro, em todo Brasil, podem fazê-lo através do Whatsapp (85) 99128-4059, especialmente criado para esse fim.

PELA QUARTA VEZ NA HISTÓRIA, FERRÃO FAZ 7 GOLS NA SÉRIE C

Bela foto de Camila Lima, do Sistema Verdes Mares: Willian Lira no centro da comemoração

Responda rápido: o que Corisabbá/PI, Tocantins/MA, Bahia/BA e Imperatriz/MA têm em comum? Além do fato de serem equipes nordestinas, os quatro times levaram goleadas de 7 gols em jogos da Série C do campeonato Brasileiro contra o Ferrão! O Imperatriz é o mais recente frequentador dessa seleta lista, já que na noite de hoje, a equipe maranhense perdeu de 7×0 para o Tubarão da Barra, no Castelão, com quatro gols de Willian Lira e os outros gols de Lucas Hulk, Caíque e Vitor Xavier. Recordando fatos do passado, a primeira vez que o time coral marcou 7 gols num mesmo jogo da Série C foi em 28/09/1998, contra o Corisabbá, no Elzir Cabral, gols Bertoldo (2), Junior Pipoca (2), Fabinho Vassalo, Rutênio e Acássio. Em 2002, no dia 09 de outubro, no PV, outra vitória por 7×0, dessa vez contra o Tocantins do Maranhão, com gols de Danilo (2), Reginaldo França (2), Ricardo Baiano, Arildo e Guedinho. Já em 2006, no feriado de 15 de novembro, quem não lembra da famosa goleada de 7×2 em cima do Bahia? Sérgio Alves marcou 3 gols e Junior Cearense, Everton, Fernandinho e Marcos Pimentel completaram o placar. Quem será o próximo a entrar na lista?

RARIDADE: VERSÃO ORIGINAL DO HINO OFICIAL DO FERROVIÁRIO

Hoje seria mais um aniversário de José Cecílio do Vale, conhecido no meio artístico como Zezé do Vale. Autor do hino oficial do Ferroviário, ele nasceu na cidade de Ipu, em 22 de novembro de 1900, e faleceu em 29 de março de 1996, depois de conferir o bicampeonato estadual do Ferrão, conquistado apenas três meses antes. A versão acima é de uma contribuição histórica grandiosa. Trata-se da primeira gravação do hino coral, gravado na segunda metade dos anos 1960, na voz de Wilson Lopes, em duas versões originais, respectivamente distribuídas no lado A e no lado B, ambas como participação do próprio Zezé do Vale e seu conjunto nos instrumentos. Vale a pena a audição com muita atenção. Você vai perceber algumas mudanças nos acordes e na própria letra em relação à versão mais conhecida, gravada no início dos anos 1980, e tida muitas vezes, erroneamente, como a versão original de tão difundida. A buzina do trem e o som das rodas da locomotiva dão um charme especial à versão do hino em questão. Sem dúvida, um resgate portentoso da indústria fonográfica cearense.

POR ONDE ANDA BIBI, O AUTOR DO GOL NO JOGO DO TERREMOTO?

Bibi marca um Gol de Placa contra o Ceará e decreta a vitória coral antes do terremoto

Há exatos 40 anos, na noite de 19 de novembro de 1980, a cidade de Fortaleza foi sacudida por duas notícias que se espalharam rapidamente pela capital cearense: o Ferroviário bateu o Ceará, com um verdadeiro golaço do estiloso Bibi e, logo em seguida, um raro terremoto fez tremer a terra de José de Alencar. No dia seguinte, os noticiários jornalísticos se resumiram a esses dois fatos, seja no jornal, no rádio ou na televisão. Bibi era filho do consagrado Didi e havia sido campeão brasileiro pelo Atlético/MG, com Telê Santana, em 1971. Jogou ainda no Fortaleza antes de desembarcar na Barra do Ceará. Jogador de toque diferenciado, Bibi marcou um gol de bela feitura contra o alvinegro, o chamado “Gol de Placa”, que acabou nunca sendo fixada no Estádio Castelão. Depois do início dos anos 1980, Bibi foi embora do futebol cearense com destino a Santa Catarina e nunca mais retornou. Depois de tantos anos, será que você saberia dizer por onde anda o bom e velho Bibi?

Bibi em foto recente no Rio

Após trabalhar durante doze anos como treinador de futebol no mundo árabe, passando por países como Arábia Saudita, Catar e Emirados Árabes, o ex-jogador Bibi retornou para o Brasil há quase uma década e durante alguns anos fixou residência em São Pedro da Aldeia, que fica na famosa Região dos Lagos, no Rio de Janeiro, onde atuava como taxista. Em 2019, Bibi voltou a morar na capital fluminense. Quando garoto, o jovem Adilson Pereira ganhou o apelido de Bibi do próprio pai, o Príncipe Didi, da Seleção Brasileira, o grande inventor da “folha seca”. Bibi teve pouca convivência com o famoso pai durante sua infância, já que seus pais se separaram. Quando Bibi jogava no Nacional/AM chegou a enfrentar Didi como técnico do Fluminense/RJ em um jogo do campeonato brasileiro. No Tubarão da Barra, o refinado meio campista disputou 57 jogos e marcou 8 gols entre 1980 e 1981, tendo como contemporâneo jogadores como o uruguaio Ramirez, o goleiro Ado, o craque Jacinto e o artilheiro Paulo César, entre outros. Recentemente, o ex-jogador Bibi concedeu entrevista para o jornalista Milton Neves na Rádio Bandeirantes de São Paulo. Abaixo, apresentamos o conteúdo dessa conversa para que os corais recordem ou possam conhecer o ex-jogador do Ferroviário Atlético Clube.

JOGO ENTRE HOMÔNIMOS NOS 100 ANOS DAS ESTRADAS DE FERRO

Facó: gol na Ilha do Retiro em 1970

Há exatos 50 anos, no dia 17 de novembro de 1970, o Ferroviário foi até Recife enfrentar o seu homônimo pernambucano pela primeira vez na história. Era um amistoso comemorativo alusivo ao centenário de fixação das “estradas de ferro” no território brasileiro. O jogo foi organizado pela RFFSA e aconteceu na Ilha do Retiro, estádio de propriedade do Sport/PE. Abelardo Machado apitou a partida, que terminou empatada em 2×2. Alísio e Facó marcaram para o Ferrão, enquanto Fernando Camutanga fez os dois gols da equipe de Pernambuco. Dirigido pelo treinador Alexandre Nepomuceno, o Tubarão da Barra formou nesse jogo festivo com o futebol de Aloísio Linhares, Esteves, Luiz Paes, Gomes e Eldo; Coca Cola, Edmar e Simplício (Dema); Amilton Melo, Paulo Velozo (Facó) e Alísio. O Ferroviário/PE jogou com Holanda, Paulo Alves, Luís, Clóvis e Dito; Zé Carlos e Mário; Agapito, Tico, Fernando Camutanga e Vavá. Depois desse amistoso, as duas equipes se enfrentaram mais três vezes na década de 1970, sendo dois jogos oficiais pelo campeonato brasileiro e outro amistoso. Além do Ferroviário pernambucano, o Ferrão enfrentou as seguintes equipes de origem ferroviária ao longo da história: o Ferroviário de Sobral, Ferroviário/PI, Ferroviário/MA, Ferroviário/RN e Ferroviário/RO.