POR ONDE ANDA O CAPITÃO DO HISTÓRICO BICAMPEONATO?

2015-11-22 10.14.40

Ex-capitão Paulo Adriano possui atualmente um comércio de venda de coco gelado

Há 20 anos, o Ferroviário conquistava o inédito bicampeonato em sua história. Depois de conquistar o campeonato cearense de 1994, a base campeã foi reforçada ainda mais na temporada seguinte. O resultado foi um conquista memorável que nunca sairá da memória dos 7.622 pagantes na final contra o Icasa, no PV, naquele domingo ensolarado de 10 de dezembro de 1995. Coube ao volante Paulo Adriano, remanescente de uma fase de vacas magras na vida coral, o privilégio e o orgulho, como capitão da equipe, de levantar o troféu mais emblemático de uma trajetória prestes a completar 83 anos de vida.

FERROVIRIO

Paulo Adriano ergue o troféu em foto do O Povo

Foram 293 partidas com a camisa do Ferroviário e 7 gols marcados em dez temporadas pelo clube. Cria das equipes de base, Paulo Adriano fez sua primeira partida no time profissional em julho de 1991, em Sobral, contra o Guarany, pelo campeonato cearense. Bastante criticado no início da carreira, firmou-se como titular justamente quatro anos depois, logo após a negociação do volante Lima, craque da temporada de 94 e ídolo da torcida. Paulo Adriano foi de recente titular à capitão do time em questão de tempo, entrando para a história do Ferrão ao levantar um título inédito e, infelizmente, o último até então. Vinte anos depois, o ex-volante coral pode ser encontrado todos os dias em seu estabelecimento comercial na Rua Padre Mororó, número 1.349, no centro de Fortaleza, ao lado do tradicional prédio do DNOCS. Ele vende cocos no local e possuiu uma clientela cativa, que o mantém já há 10 anos no negócio. Agora, você já sabe. Se quiser beber uma água de coco geladinha, é só dar uma passada lá e ficar por dentro das brilhantes histórias do capitão do Bi. O que não falta são recordações positivas e inesquecíveis de uma época vitoriosa do Ferroviário.

Uma resposta em “POR ONDE ANDA O CAPITÃO DO HISTÓRICO BICAMPEONATO?

  1. Esse senhor calou a minha boca. No tempo das vacas magras como falou a matéria ele jogava de lateral direito, de esquerdo, de zagueiro, em tudo que era canto e não aprovava. Na cabeça de área ele deu show e a volta por cima. Foi persistente e mereceu ser lembrado como o cara que ergueu a taça do titulo mais importante da história do nosso tubarão da barra. Obrigado Paulo Adriano!

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